Início | Notícias | O Brasil nos Jogos | Nossas Medalhas | Nossos Atletas Olímpicos | Projeto 2010/2016 | CBAt

O Brasil nos jogos

Cidade do México – 1968

Protestos e recordes no México

Situada a mais de 2.200 m acima do nível do mar, a Cidade do México é o placo adequado para a quebra de recordes nas corridas curtas e nos saltos horizontais. E assim aconteceu em 1968. No triplo, o atletismo nacional voltou ao pódio com Nelson Prudêncio. O paulista de Lins, que treinava com Clovis Nascimento, adquiriu o direito de ser chamado de sucessor de Adhemar Ferreira da Silva, ao ganhar a medalha de prata, com 17,27 m.

A marca de Prudêncio era o novo recorde mundial, marca 5 cm superior ao salto do italiano Giuseppe Gentile e 4 cm superior ao do soviético Viktor Saneyev. Gentile, por duas vezes, já superara o antigo recorde do polonês Schmidt (saltara 17,10 m na qualificação e 17,22 m na final), e ficou com o bronze. Depois de Gentile e Prudêncio, foi vez do soviético Viktor Saneyev voltar a saltar: marcou 17,39 m, novo recorde e medalha de ouro.

Também foram estabelecidos recordes mundiais no torneio masculino - sempre por atletas dos Estados Unidos - nos 100 m ( Jim Hines fez 9.95), 200 m (Tommie Smith, 19.83), 400 m (Lee Evans, 43.86) e salto em distância (Bob Beamon, 8,90 m). Como 1968 foi o ano dos protestos em todo o mundo, eles também aconteceram nos Jogos Olímpicos. Durante a premiação, atletas negros norte-americanos protestaram contra o preconceito racial em seu país, com o gesto tradicional dos “Panteras Negras”: o braço esquerdo erguido e o punho esquerdo cerrado.

 

Início | Notícias | O Brasil nos Jogos | Nossas Medalhas | Nossos Atletas Olímpicos | Projeto 2010/2016 | CBAt

© Copyright 2002-2009, CBAt - Todos os direitos Reservados
Rua Rio Purus nº 103 - Conj. Vieiralves - Bairro N. Sra. das Graças - Manaus - AM - CEP: 69.053-050
Telefone: (92) 3182-3200 - Fax: (92) 3182-3201 - E-mail: cbat@cbat.org.br